Análise comparativa do consumo máximo de oxigênio, ergo espirometria versus teste ergométrico convencional

julho 09 19:58 2015

O estudo tem o objetivo de comparar o consumo máximo de oxigênio estimado (VO2máxE) pela fórmula do (ACSM, 2000) a partir de um teste ergométrico convencional (TE), com o consumo máximo de oxigênio (VO2máx) medido na ergo espirometria, bem como, os limites inferiores e superiores de prescrição de intensidade de treinamento aeróbio determinado pelo TE (50% e 85% VO2máxE) com a prescrição de intensidade de treinamento aeróbio obtida pelo teste ergo espirométrico: limiar anaeróbio (LA) e ponto de compensação respiratória (PCR), em adultos jovens sedentários.

Realizaram teste ergo espirométrico progressivo até a exaustão 11 indivíduos 24± 1,8 anos e foi medido o VO2máx, VO2 no LA e VO2 no PCR, além de coletada a velocidade e inclinação encontradas ao final de cada teste para determinar a intensidade de prescrição de 50% VO2máxE e 85% VO2máxE. O VO2máxE obtido no TE foi de 52,31 ml/Kg/min e o  VO2máx medido na ergoespirometria foi de 43,18 ml/Kg/min. O valor referente ao limite inferior de prescrição de intensidade de treinamento (50% VO2máxE= 26,15 ml/Kg/min) obtido através do TE apresentou valores semelhantes ao medido na ergoespirometria (VO2 LA= 24,96 ml/Kg/min).

O limite superior de intensidade de exercício (85% VO2 máxE=  44,46 ml/Kg/min) proposto pelo ACSM (2000), quando comparado ao da ergoespirometria (VO2PCR= 34,31 ml/Kg/min) apresentou diferença significante (p<0,05). O VO2máxE superestimou o medido na ergoespirometria. O limite inferior de VO2 através da prescrição indireta de treinamento aeróbio se assemelha com o LA, enquanto o limite superior superestima o PCR (p-<0,05). “

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